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| Herdades. |
Este projecto cresce dia após dia, mas neste momento já conta com 12 propriedades em 4 regiões de Portugal e numa região de Espanha.
Os polos de gestão estão situados em Ferreira do Alentejo, Campo Maior, Elvas, Aviz e Badajoz.
Novos Olivais
Um maior conhecimento das potencialidades do olival aliado a novas técnicas agronómicas ditou o aparecimento da chamada “Nova Olivicultura” e com ela alteraram-se definitivamente as paisagens dos novos olivais.
Os Olivais Intensivos têm elevadas densidades de plantação, normalmente de 200 a 300 árvores por hectare, modernos sistemas de irrigação nomeadamente a rega gota-a-gota, e também adubações mais racionais.
Já no final do século XX, uma nova corrente surgiu na olivicultura, com o aparecimento dos primeiros olivais Super-Intensivos. Este sistema, elevando enormemente a densidade de plantação e fortemente baseado na conduta agronómica da vinha, propõe densidades de plantação que superam as 1.200 oliveiras por hectare, podendo mesmo chegar às 2.000. Apesar de exigir um investimento bastante superior, possibilita uma entrada em produção mais precoce e também produtividades por hectare mais elevadas. Por outro lado, a colheita é integralmente mecânica, possibilitando uma eficácia e performance superior a 5 ha/dia, diminuindo as necessidades de mão-de-obra e consequentemente os custos de colheita.
Com o aparecimento do super-intensivo, o olival Intensivo continuou a beneficiar de investimento no seu conhecimento e desenvolvimento na tentativa de eliminar algumas das suas desvantagens face ao sistema super-intensivo, sendo exemplo disso o aparecimento de máquinas para colheita também totalmente mecanizadas.
Relativamente às produções, um olival super-intensivo terá a sua primeira colheita no 3º ano após a plantação e pode atingir produções médias anuais na ordem dos 10.000 a 12.000 kg/ha a partir do 5º ano, ano cruzeiro. Quanto ao olival intensivo, inicia também a sua produção ao 3º ano, embora com uma produção por ha bastante inferior, chegando a produções médias na ordem dos 8.500 a 10.000 kg/ha a partir do 7º ou 8º ano de produção.
A ELAIA planta actualmente olivais utilizando os dois sistemas, segundo diversos factores que vão desde a exposição solar à orografia do terreno, tendo em conta uma maximização dos recursos de que dispõem as suas propriedades agrícolas.
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